Caro Valdevino, o Wilson e sua turma (auqeles que não desgrudam dele para nada, mesmo quando são humilhados) sempre usaram esse falso argumento de que o apoio do Carlos Brito "não serviu para nada, pois não reverteu em votos". Quem esteve no centro da campanha, como eu, vi o contrário: ví o Carlos Brito e todo o seu grupo jogando grande peso na campanha. Sem falar que foi em dois momentos cruciais dela que o Carlos Brito salvou a pátria. A primeira teve ligação direta com o comitê de imprensa. Estávamos instalados inicialmente na casa do Antero e tivemos que sair de lá por ser um local muito afastado tanto do comando da campanha - que ficava no alto da Filinto Muller - quanto para acesso à imprensa. Fomos para a DMD e em poucos dias praticamente expulsos de lá pela equipe de marketing da campanha - aquela turma de Goiânia (que hoje morde parte das verbas publicitárias da Prefeitura) que quase afundou o barco com aquele programa eleitoral de péssimo gosto e orientações irresponsáveis e incompetentes. Ficamos praticamente no olho da rua. Então foi o Carlos Brito que conseguiu três salas no edifício na avenida do CPA, onde instalamos. era o Carlos Brito que garantia desde o papel higiênico até as contas de água, luz e telefone, já que o senhor Elias Santos nos desprezava e resmungava até para comprar um mísero CD para levarmos material de campanha para a gráfica.O outro momento foi aquele fatídico pós divulgação da pesquisa que apontava Alexandre Cesar com 20% de vantagens e da declaração de apoio de Blairo Maggi ao candidato petista. Foi o carlos Brito que ajudou a reunir forças para não deixar a campanha ir de vez por água abaixo. Ele, Eliene, Carlão, Osvaldo Sobrinho e Emanuel Pinheiro, reunidos no gabinete do Brito na AL, fizeram até vaquinha para colocarmos faixas nas ruas. Não tinha dinheiro para nada. O Wilson já havia jogado a toalha três vezes, chegou a chorar em público (fora os esperneios de meninão nos bastidores) e as equipes estava todas desbaratinadas. As coisas só mudaram mesmo quando resolveram mudar os comandos geral (saiu Andelsone entrou edivá) e do marketing (saiu a turma de Goiânia e entrou o Antero. É preciso destacar a participação fundamental de Chico Galindo, que jogou toda sua estrutura no apoio à campanha e foi uma espécie de gerente, aliando sua competência administrativa com sua postura fraterna e carinhosa.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Temos um demente na Prefeitura de Cuiabá
O sítio RDews, do colega Romilson Dourado, traz matéria principal em que analisa a traição do prefeito Wilson Santos aos velhos aliados. Sob o título "Santos ignora velhos aliados e reconstrói grupo", o texto destrincha - em parte - as sacanagens do ex-galinho com aqueles que o apoaram. Wilson ainda pensa que foi Deus que o elegeu e assim vai acendendo uma vela para Ele e outra para o diabo.
O Wilson Santos - que tem a índole bezerrista e a idiotia dantesta - é cria desses dois monstrengos da política mato-grossense e só deu no que tinha que dar: nisso mesmo. Seu governo é uma idiotice de má índole. Eu já falei várias vezes e muita gente não acredita: o problema do Wilson não é político nem idológico; é patológico. Temos um demente na prefeitura de Cuiabá.
O Wilson Santos - que tem a índole bezerrista e a idiotia dantesta - é cria desses dois monstrengos da política mato-grossense e só deu no que tinha que dar: nisso mesmo. Seu governo é uma idiotice de má índole. Eu já falei várias vezes e muita gente não acredita: o problema do Wilson não é político nem idológico; é patológico. Temos um demente na prefeitura de Cuiabá.
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Rádio da Centro América já opera experimentalmente
Uma excelente novidade no ar. A rádio do grupo Zahan em Cuiabá já está operando experimentalmente. A novidade é muito boa e por vários motivos. Primeiro porque é mais emprego gerando para a área de comunicação. E se tiver jornalismo, então, melhor ainda. Abre um pouquinho o mercado para jornalistas. Segundo é a programação. A nova rádio resgata a excelente programação da extinta rádio Clube, que era do Zahan e foi vendida para o Arcanjo. Lembram? Depois acabou. A rádio Cuiabana tentou seguir com o legado da velha Clube, mas hoje sobra muito pouco de bom lá em termos de música e em termos de jornalismo.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Ato pela democratização da mídia, dia 5 de outubro, na praça Ipiranga

A imediata instalação da CPI da Editora Abril/Telefónica e a democratização do processo de concessões de TV são alvos do ato público que estudantes, sindicalistas e partidos políticos, entre outras entidades, promovem nesta sexta-feira, 5 de outubro, na Praça Ipiranga, no centro de Cuiabá.
A CPI Abril/Telefônica deverá investigar irregularidades apontadas no processo de venda da TVA, da Editora Abril, à companhia telefônica espanhola, Telefónica. Segundo suspeitas, foi uma negociação que desrespeitou leis brasileiras e lesou o interesse nacional.
Quanto a democratização das concessões, que são públicas, a exigência é necessária porque elas não são feitas com base em critérios que resguardem os interesses da população e sim as conveniências políticas e financeiras da meia dúzia de famílias que detêm mais de 80% do espectro magnético no País. Neste dia 5 vencem, entre outras, as concessões da Rede Globo.
O ato, que acontecerá no Brasil inteiro, está sendo organizado pela UNE, UBES, Sindicato dos Jornalsitas, Sindicato dos Bancários, MST, UJS, PCdoB, PT e outras organizações sociais.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Semana de Moda, glamour, estilos e geração de emprego e renda
Confesso: era arredio a esse tipo de evento. Achava coisa de madames, dondocas em geral e estilosos. Mesmo com uma filha estilista, não via com bons olhos. Puro preconceito. Desde o ano passado, quando comecei - em setembro - a assessorar o Pantanal Shopping, trabalho na semana de Moda Pantanal. A de 2006 foi excepcional. Mas esta de 2007, que terminou no último domingo, foi mais ainda. Além do glamour, dos vários estilos, a Semana de Moda Pantanal estimula a chamada "cadeia produtiva da moda", gerando emprego e renda. Um desfile de moda é a outra ponta dessa cadeia que começa com a produção agrícola (MT, por exemplo, é o maior produtor de algodão do Pais), passa pela indústria têxtil (que já está chegando em Rondonópolis, por exemplo), vai pela indústria da confecção (que já está se tornando muito forte em Mato Grosso), aqui movimentando estilistas, produtores, costureiras etc., até o comércio (movimentando varejistas, atacadistas, o mercado publicitário etc.).
Quem quiser conferir mais sobre a Semana de Moda Pantanal, dê uma olhada no site http://www.pantanalshopping.com.br/.
Estou de volta
TrÊs meses e meio depois eis eu aqui de volta. Muita correria como sempre me deixam afastado desse blog. Mas é um pouco de indisciplina também. Vou tentar ser mais regular de agora em diante.
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